O longa nos conta que um ex-assassino de aluguel, agora um homem recluso numa ilha costeira remota, salva uma garota de uma tempestade terrível, colocando os dois na mira do perigo. Forçado a sair da aposentadoria e do isolamento, o homem é obrigado a enfrentar seu passado perigoso para proteger a menina enquanto tenta sobreviver uma jornada tensa repleta de perigos e redenção.
Critiquei o estilo do ator que faz sempre os mesmos personagens, mas também tenho de atirar no diretor Ric Roman Waugh que entrega geralmente pelo menos dois filmes por ano sempre com as mesmas pegadas de perseguição e destruição, com muitas semelhanças entre si, e isso não é errado, pois define o estilo dele, mas uma hora começa a cansar, ou até pior como foi hoje, confundir o espectador se já não viu aquilo antes. Ou seja, diria que aqui ele até brincou bem com os conflitos criando desde o lance dos identificadores pelas câmeras de muitas cidades, a briga interna dentro do MI6 e também as dinâmicas de luta com o protagonista desde a ilha com suas armadilhas, depois na boate e até mesmo em outros lugares mais abertos, afinal ele já foi diretor de dublês, então sabe brincar bastante com esse estilo na tela, mas como a história não foi tão aprofundada, apenas ficou sendo meio que um show gratuito, pois na boate o povo parece nem ligar para a pancadaria e tiroteio, ficando de boa no meio do caminho.
Quanto das atuações, Jason Statham tem esse estilão de brucutu que gostamos de ver, que sabe bater e apanhar, e fazer ainda alguns trejeitos de emotivo, de modo que seu Mason até poderia falar logo que era o pai da garota, mas deixou isso de modo subliminar e brincou bastante na tela, como ele sempre entrega bons personagens em cenas de pancadaria acabou funcionando, mas nada de novo. A jovem Bodhi Rae Breathnach fez boas cenas com sua Jessie, tendo um carisma meio que irritante, mas sendo bem colocada dentro do que precisava entregar, e até tendo algumas boas imposições com armas, mas é aquela velha sacada, era só atirarem nela que acabava o filme. Quanto aos demais, diria que dava para ter valorizado mais os personagens de Naomie Ackie com sua Roberta, Bill Nighy com seu Manafort e até mesmo Harriet Walter como a Primeira Ministra Britânica, tendo apenas Bryan Vigier com seu Workman trabalhando literalmente muito para tentar pegar o protagonista de qualquer forma.
Visualmente a trama até tem uma entrega interessante, com uma ilha com um farol e uma casa bem simples e um estaleiro com o barquinho do protagonista, mas cheio de coisas e armadilhas para ele lutar com os agentes que chegam por lá, depois tivemos vários atos com perseguições de carro pela Escócia e por Londres, uma boate bem cheia de confusões que por incrível que pareça o povo continua dançando mesmo com pancadaria e tiros, a casa do amigo tendo completo acesso ao sistema de câmeras do MI6, tivemos também algumas cenas no centro do MI6 e a casa do chefão que aposentou, mas tem câmeras escondidas dentro do setor de câmeras, ou seja, algumas coisas bem absurdas, mas que dentro do filme serve para rir, além disso tivemos a luta num deque de um porto com o protagonista usando correntes e canos no meio da briga, ou seja, tudo bem imponente no estilo briga de rua mesmo.
Enfim, é um filme básico do estilo, que poderia ser menos forçado, mas que entretém como algo do estilo, não sendo nada que vamos lembrar daqui alguns dias, ou melhor, iremos achar que é o mesmo quando sair um novo filme do ator e do diretor, mas que para quem não tiver o que conferir até vale como passatempo. E é isso meus amigos, fico por aqui hoje, mas volto amanhã com mais dicas, então abraços e até logo mais.







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