Muitas vezes eu apenas aperto o play sem pensar nem procurar muito nas plataformas, e hoje aparentemente esse italiano "A Grande Corrida", que pode ser conferido na Amazon Prime Video, pareceu promissor, e até que me agradou, pois a ideia era bem boa de uma criança que nasce na prisão, que tem que vive ali enquanto pequeno, aprendendo a gostar dos demais presos e dos policiais que trabalham no lugar, e quando levam ele embora seu desejo é saber como voltar para lá, seja fazendo algum crime ou virando um policial também, e só isso, sendo bonito de ver pela essência e pelas dinâmicas do garoto vivenciando tudo, que talvez nas mãos de outro diretor acabaria chamando muito mais atenção na tela, mas ao menos o resultado não ficou cansativo de ver.
A sinopse nos conta que filho de dois criminosos, Giacinto foi criado por sua mãe dentro de uma prisão e sempre se sentiu mais confortável vivendo dentro dela do que no mundo exterior. Até o dia em que ele decide participar de uma corrida que mudará sua vida para sempre.
Quanto das atuações diria que Adriano Tardiolo trabalhou seu Giacinto como um rapaz que talvez tivesse algum tipo de problema, que não é citado na trama, mas com o estilo de olhares e dinâmicas acabou ficando meio que implícito, não que isso seja algum defeito, mas poderiam ter colocado isso na história para poder marcar mais. Um que deu muito de si, e passou um belo carisma para com o protagonista foi Giovanni Calcagno com seu Jack, parecendo até ser alguém que o adotou dentro da cadeia, aonde vemos boas doses de envolvimento e uma entrega bem marcante para que seu resultado fluísse bem na tela. Nina Naboka fez algumas dinâmicas simbólicas com sua Rocky, passando bem o carisma na tela, mas como não foi tão desenvolvida, acabou não indo muito além. Quanto aos demais, posso dizer que o garotinho Maksim Kostyunin fez bem o protagonista Giacinto aos 6 anos, Aylin Prandi até trabalhou sua Lucia com uma pegada normal bem direta nas tentativas de fuga, e Stefano Cassetti fez de seu Mondo um preso tradicional que até poderiam ter desenvolvido mais, sobrando para Gianluca Gobbi como Padre Aldo a função de criar alguns vértices maiores para o garoto.
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A sinopse nos conta que filho de dois criminosos, Giacinto foi criado por sua mãe dentro de uma prisão e sempre se sentiu mais confortável vivendo dentro dela do que no mundo exterior. Até o dia em que ele decide participar de uma corrida que mudará sua vida para sempre.
Diria que o diretor e roteirista Andrea Magnani tinha algo simples para mostrar e quis enfeitar demais toda a essência na tela, pois a trama poderia ser mais tocante com as dinâmicas certas, aonde procuraria mostrar mais mesmo da corrida que ficou quase como algo inexistente no longa. Ou seja, é daqueles filmes que possuem mais proposta do que realmente entrega, aonde o estilo bem cadenciado do diretor até funciona como algo evidente na tela, mas daria para chamar muito mais atenção com pouquíssimas mudanças.
Quanto das atuações diria que Adriano Tardiolo trabalhou seu Giacinto como um rapaz que talvez tivesse algum tipo de problema, que não é citado na trama, mas com o estilo de olhares e dinâmicas acabou ficando meio que implícito, não que isso seja algum defeito, mas poderiam ter colocado isso na história para poder marcar mais. Um que deu muito de si, e passou um belo carisma para com o protagonista foi Giovanni Calcagno com seu Jack, parecendo até ser alguém que o adotou dentro da cadeia, aonde vemos boas doses de envolvimento e uma entrega bem marcante para que seu resultado fluísse bem na tela. Nina Naboka fez algumas dinâmicas simbólicas com sua Rocky, passando bem o carisma na tela, mas como não foi tão desenvolvida, acabou não indo muito além. Quanto aos demais, posso dizer que o garotinho Maksim Kostyunin fez bem o protagonista Giacinto aos 6 anos, Aylin Prandi até trabalhou sua Lucia com uma pegada normal bem direta nas tentativas de fuga, e Stefano Cassetti fez de seu Mondo um preso tradicional que até poderiam ter desenvolvido mais, sobrando para Gianluca Gobbi como Padre Aldo a função de criar alguns vértices maiores para o garoto.
Visualmente a trama teve uma entrega mista, parecendo ao mesmo tempo ser futurista, mas também com ares interioranos mais antigos, de modo que a cadeia foi bem representada na tela como algo tradicional, mas aonde as pessoas viviam bem, enquanto no abrigo o jovem mais sofria com as repressões, e nos atos de corrida vemos poucos ambientes, sem grandes desenvolvimentos, ou seja, tudo bem básico demais.
Enfim, é daqueles filmes que acabamos vendo achando que poderia ser muito mais na tela, mas que quando acaba você fica pensando se entendeu o pouco que entregaram, não sendo algo ruim de ver, mas que também não vai muito longe. Sendo assim, fica a recomendação com mais ressalvas do que agrados, e eu fico por aqui hoje, voltando amanhã com mais dicas.


































