O longa acompanha os membros do exército de elite dos Estados Unidos da América, os Rangers, após o exaustivo processo seletivo para a unidade especial. Responsáveis pelas missões mais perigosas do mundo, eles são colocados cara a cara com uma ameaça além da imaginação deles, quando de forma inesperada, uma força extraterrestre complica ainda mais suas vidas.
O mais bacana do diretor e roteirista Patrick Hughes é que ele sabe que seus filmes não vão ser elogiados por algo inteligente e chamativo, de modo que ele já faz suas tramas pensando em como entreter os fãs do estilo pancadaria com ação que vai sair do controle, de tal forma que funcionam sempre dentro do propósito conseguindo brincar com o público. Ou seja, você assiste aos longas do diretor já pensando qual a loucura maior que ele vai conseguir fazer, e aqui na cena da luta final se preparem para o absurdo master da criatividade do diretor, pois ele foi fundo. Claro que ao pegar as várias referências de outros bons longas, o resultado agrada, pois quem vai dar play nele não quer nem saber de reflexões, quer um passatempo para quase duas horas de tela e pronto, e nesse sentido vemos o propósito do diretor funcionar com muitas mortes violentas, tiros, explosões e loucuras, aonde de cara já dava para imaginar quem sobreviveria, e assim é esperar se vão ter coragem de continuar com o fechamento escolhido.
Quanto das atuações, é interessante que nenhum dos filmes que Alan Ritchson já fez uma tonelada de filmes, mas aqui diria que é seu primeiro grande papel principal, de forma que não consigo nem lembrar dele na maioria dos filmes que esteve presente, e aqui ele até entrega muita personalidade e imposição para seu 81, mas ainda assim não diria que vou lembrar dele quando aparecer em outro filme, pois o ator teve pegada, mas nada que impressionasse fora do personagem. Fiquei o longa quase que inteiro me perguntando se o personagem 44 era homem ou mulher, pois tinha um temperamento calmo e sutil, mas entregava boas cenas de força, e ao final vemos que Alex King foi muito bem no que fez na tela, sendo um personagem neutro, mas que agrada nos seus atos. Vou dizer de cara que Stephan James deveria pagar ao invés de receber cachê, pois seus companheiros o carregaram quase que o filme inteiro deitado após o encontro com o bichão, de modo que seu 7 tem um bom começo com liderança forte e imposições, mas depois é literalmente um peso para os demais. Ainda tivemos outros bons personagens, mas sem grandes momentos expressivos, valendo um leve destaque claro para Dennis Quaid, Esai Morales e Jai Courtney como os sargentos e comandantes do treinamento, com os traquejos tradicionais do estilo.
Visualmente o longa tem uma entrega gigante, com cenas de perseguição em florestas, trilhas, corredeiras de rios, cachoeira, além de antes do bichão chegar um centro de treinamento que já vimos em muitos filmes do estilo com arames, pistas de provas, piscinas com os personagens carregando pesos, e tudo mais, e voltando ao personagem principal fizeram realmente uma máquina de guerra como o nome do filme diz, com armas imponentes e muitas explosões, ou seja, a equipe de arte foi bem criativa no estilo que desejavam entregar. Além disso tenho de parabenizar pelos corpos mutilados tanto na guerra inicial quanto na final, pois tudo ficou jogado pelo chão com bom foco para mostrar que a equipe de próteses trabalhou muito bem.
Enfim, é um filme bacana e honesto com o que propõe, mas assim como todos desse estilo tem tantas cenas com cenas falsas impossíveis de acontecer, que ao tentar deixar de forma "verossímil" conseguiram ficar engraçadas, e assim poderiam ter forçado um pouco menos a barra. Sendo assim recomendo como um passatempo divertido que agrada quem for assistir esperando isso, mas do contrário é melhor nem dar o play, e como era isso que eu desejava ver hoje, acabei feliz com o resultado. E é isso meus amigos, fico por aqui hoje, mas volto amanhã com mais dicas, então abraços e até breve.







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