Rob1n - Inteligência Assassina (Rob1n)

2/17/2026 12:18:00 AM |

Certa vez comentei que odeio fazer textos falando mal de algum filme, pois sei todo o trabalho que dá uma produção, sei a complexidade de todo o processo de desenvolvimento de algo, mas como minha irmã já disse uma vez, a vontade que dá é escrever: "é um lixo." e nada mais, economizando as teclas do teclado e a paciência do crítico, mas infelizmente não dá para fazer isso, então vou ser bem direto sem muitos enfeites para falar de "Rob1n: Inteligência Assassina", que até poderia ser considerado um par para M3GAN, mas a pobre androide ficaria só na vontade, pois o rapazinho aqui é violento, mas não tem inteligência alguma como colocado em seu subtítulo, sendo daqueles filmes tão fracos de tudo, desde atuações péssimas, uma história que leva nada a lugar algum, e principalmente uma trama sem muito para chamar atenção, sendo daqueles que você fica se perguntando o motivo que entrou na sala do cinema para ver isso, pois até mesmo os atos violentos são bobos, pois daria para fugir facilmente do robozinho "possuído" (entre aspas mesmo, pois em momento algum isso fica claro na tela).

A sinopse nos conta que quando um especialista em robótica canaliza o luto pela perda de seu filho de 11 anos na criação de “Robin”, um boneco robótico totalmente funcional, uma série de eventos horríveis deixa claro que Robin fará de tudo para ter seu criador só para si.

Podemos dizer facilmente que o diretor e roteirista Lawrence Fowler é um cara de um único filme, pois dentre os seus 6 longas, 3 são do mesmo personagem, e aqui ele até poderia tentar chamar muito mais atenção para o mundo da robótica ou então encarar de vez o lado da possessão, e quem sabe misturar as duas coisas na tela, porém ficou meio perdido com o que desejava passar e acabou não entregando nada na tela. Ou seja, até vemos um filme que poderia funcionar, mas o orçamento minúsculo acabou pegando um elenco que para ser chamado de fraco precisaria melhorar muito, dentro de uma história que de tão bagunçada não consegue passar sinceridade em nada, desde o que seria o boneco vivo sozinho (IA ou possessão), se o velho realmente tinha o dinheiro em casa, ou até mesmo o quão burra foi a ideia do jovem em fazer seu plano de forma tão ruim, e sendo assim, o resultado acabou não chegando a lugar algum.

Quanto das atuações, chego a pensar se valeria citar os nomes de quem tentou fazer algo no filme, pois volto a frisar que foram tão fracos e sem base expressiva que chega a ser triste esperar algo deles. Mas vamos lá, Ethan Taylor até tentou fazer um Leo com alguma expressividade, a de depressão caberia melhor do que sei lá a de rancor que tentou passar, pois ele se perdeu nos trejeitos não fluindo de forma alguma, o que acaba sendo desanimador de ver. A jovem Leona Clarke também tentou aparecer razoável com sua Lexi, mas desapareceu do nada, depois voltou em algumas cenas, parecendo até que tinha ido embora da casa, mas ao menos parecia feliz com a entrega, só parecia. Simon Davies fez de seu Aiden alguém que tinha algum tipo de doença, meio perdido na tela, mas em outros atos parecia acreditar no que estava fazendo, ou seja, talvez nem ele saiba mesmo o que o diretor queria. Quanto aos demais, era melhor nem terem ido para a casa, mas já que foram, morreram bem, e quanto do agiota, sua trama foi rapidamente esquecida com o final escolhido.

Visualmente a trama foi bem básica também, tendo um começo em uma praia meio que estranha, com rachaduras no chão, quase uma paisagem do semi-árido, mas com um mar ou lago ao fundo, logo depois vão para a casa/castelo do tal tio, aonde vemos como base só o quarto dos protagonistas, a sala, e basicamente o celeiro aonde praticamente todo mundo irá morrer ali das formas mais idiotas possíveis pelo tal boneco feio que dói, que não corre, e que era só fugir, mas o povo ficou paradinho para levar facadas ou outras coisas. Ou seja, a equipe de arte até teve uma boa quantidade de sangue, mas não ousou como poderia.

Enfim, não vou dizer que não me serviu de passatempo, pois estaria mentindo, que ao menos ele é rápido e não chega a ser cansativo de conferir, mas passa bem longe de ser algo que irei recomendar para alguém, ou até mesmo lembrar amanhã que eu conferi isso, então dá para economizar e ir conferir outro longa melhor que esteja passando nas telonas. E é isso meus amigos, fico por aqui hoje, mas volto amanhã com mais dicas, então abraços e até logo mais.


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