Ambientado cinco anos depois do apocalipse, o longa revela como os Garritys conseguiram criar uma vida no bunker na Groenlândia que passaram a chamar de lar. Contudo, quando a integridade do seu abrigo é ameaçada, John se vê obrigado a buscar uma alternativa para garantir a segurança da sua família. Partindo em uma jornada incerta rumo à Europa, os Garritys vão encontrar na superfície desafios novos e maiores, que só serão superados se eles se mantiverem juntos.
Ao menos não fizeram uma arte maior de trocar o diretor, pois se o diretor Ric Roman Waugh tivesse filmado tudo junto talvez saísse algo menos maluco, como acabou acontecendo, pois volto a frisar que ele acabou exagerando demais nas situações fora de um curso aceitável (aí vão vir falar que se fazem algo com muita ficção eu reclamo, e se fazem algo muito natural eu reclamo, mas tudo tem sua base para que eu não reclame!). Ou seja, tirando o exagero, vemos que o diretor tem estilo ao menos para filmes de ação com tudo o que se possa imaginar, de modo que se futuramente vierem a procurar ele para algo, já conheçam tudo o que sabe fazer, e nesse sentido o longa mostra ao menos uma potência, pois até dá para se desesperar nas cenas das pontes, da guerra e até das árvores, mas faltou aquele momento que realmente impactasse para valer, e aí acabou apenas sendo ok o trabalho do roteiro em si, que claro o diretor desenvolveu.
Quanto das atuações não tivemos nada de muito além na tela, tendo claro Gerard Butler com seu estilão imponente, trabalhando seu John como se fosse o ser mais importante no bunker e em tudo, afinal é o protagonista, tendo alguns atos de entregas forçados como tradicionalmente faz, mas convence ao menos na tela, e isso é bom. Também tivemos a brasileira Morena Baccarin mais uma vez entregando personalidade para sua Allison com atos meio que espaçados, por vezes saindo de foco para que o protagonista aparecesse mais, mas sendo imponente e chamativa, o que funciona para filmes do estilo. Quanto aos demais, diria que o jovem Roman Griffin até tentou ter algumas cenas mais chamativas com seu Nathan, mas não convenceu, da mesma forma Nelia Valery acabou sendo rapidamente introduzida na tela com sua Camille, tendo talvez um chamariz para um relacionamento com o garoto, mas sem ir muito além, sobrando então para a simpatia de William Abadie entregar seu francês Denis na tela (felizmente não forçaram que na França se fala inglês o tempo todo!) com poucos atos, mas sendo ao menos marcante.
Visualmente é inegável que nos foi entregue uma produção gigantesca, que mesmo sendo forçada de situações, tem efeitos bem trabalhados e chamativos aos montes, sendo o famoso road-movie acelerado com cenas imponentes de tsunami, de guerras com muitos tiroteios e explosões, tempestades fortíssimas, terremotos e tudo mais, seguindo bem o que vimos no primeiro filme, só que com proporções mais assustadoras de um certo modo, ou seja, a equipe de arte, e principalmente a equipe de computação gráfica trabalhou muito bem.
Enfim, é um filme que volto a frisar que dava para ter sido inserido no final do primeiro com mais alguns momentos e o resultado ficaria incrível, mas como resolveram lançar esse algo a mais na tela, com uma duração nem tão longa, poderiam ter caprichado um pouco mais na história para ser convincente ao menos. Vale apenas como um bom passatempo, para aproveitarem a Semana do Cinema com ingressos mais baratos, mas não vai ser nada que você lembre daqui alguns dias que viu. E é isso meus amigos, fico por aqui hoje, mas volto amanhã com mais dicas, então abraços e até logo mais.







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